Turistas chineses a crescer 40% em Portugal

O turismo chinês está este ano a registar um crescimento de 40% em Portugal, e em cima do aumento de 18% verificado em 2016, salientou Ana Mendes Godinho, secretária de Estado do Turismo, no congresso da Associação das Agências de Viagens e Turismo (APAVT), que começou esta quinta-feira, em Macau, com o tema "Turismo: a Oriente tudo de novo ". "Não há dúvida que o mercado chinês é o mercado do futuro, e estas taxas de crescimento em Portugal são fantásticas", destacou a secretária de Estado do Turismo, chamando a atenção para a "vitória histórica, que foi termos conseguido uma linha aérea direta ligando Portugal e a China". Nesta rota, Ana Mendes Godinho salentou que se está a fazer uma promoção conjunta da Península Ibérica, vendendo aos chineses a ideia que "podem conhecer dois países diferentes" e com uma rota a partir de Portugal. Antecipando o crescimento do turismo chinês em Portugal nos próximos anos, Ana Mendes Godinho adiantou ter um "intenso programa de trabalho e encontro com investidores em Macau" à margem do congresso. Um dos programas da secretária de Estado envolve o Instituto de Formação Turística de Macau, "numa lógica de levar estagiários de Macau para hotéis em Portugal que queiram receber turistas chineses".

Produção Industrial vendeu mais 1,3% em 2016

Em 2016 as vendas de produtos e prestação de serviços na indústria transformadora aumentaram para 78,3 mil milhões de euros, mais 1,3% face a 2015. A seguir Clima económico e indicador de atividade económica voltam a estabilizar Mais vistas OE2018 Veja a nova tabela de IRS aprovada com sete escalões FUNÇÃO PÚBLICA Função pública: Carreiras diferentes e salários igualmente muitos diferentes INTELIGÊNCIA 13 sinais de que é mais inteligente do que pensa RESTAURAÇÃO McDonald’s. Agora o seu Big Mac pode ser entregue em casa TURISMO O melhor novo campo de golfe do mundo está em Portugal As vendas de produtos e prestação de serviços na indústria transformadora aumentaram 1,3% em 2016, face a 2015, para um total de 78,3 mil milhões de euros, informa hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE). Os maiores contributos, para o aumento, foram das indústrias alimentares (mais 2,8%), fabricação de máquinas e equipamentos (mais 12,4%) e a fabricação de equipamentos informáticos, equipamento para comunicações e produtos eletrónicos e óticos (mais 15,4%).