Construção e manutenção do Hospital de Lisboa Oriental vão custar 300 milhões

O secretário de Estado da Saúde, Manuel Delgado, anunciou que o investimento total na construção e manutenção do Hospital de Lisboa Oriental será de 300 milhões de euros e sublinhou que a nova unidade vai permitir uma poupança anual de 68 milhões de euros que são gastos em virtude de as instalações dos hospitais da zona central de Lisboa serem inadequadas e dispersas. Na apresentação pública da nova unidade, com inauguração prevista para 2023, o secretário de Estado referiu que o Governo vai pagar uma renda anual ao operador privado de 16 milhões de euros. A execução da empreitada será feita através de uma parceria público-privada, dispensando o financiamento inicial por parte do Ministério da Saúde. O equipamento da nova infraestrutura, com material pesado e não pesado, será feito pelo Governo e representará um custo de 100 milhões de euros. A nova infraestrutura, refira-se, vai absorver os serviços existentes nas seis unidades que fazem parte do Centro Hospitalar de Lisboa Central (Hospitais de São José, de Santa Marta, de D. Estefânia, Curry Cabral, dos Capuchos e Maternidade Alfredo da Costa). O Hospital de São José continuará a funcionar, mas como hospital de proximidade, com serviços de urgência básica, pequena cirurgia e cerca de 300 camas. O Hospital de Lisboa Oriental tem inauguração prevista para 2023, vai ocupar cerca de 130 mil metros quadrados e terá uma capacidade estimada de 875 camas. O edifício não deverá ter mais do que quatro andares à superfície e contará ainda com 2945 lugares de estacionamento, 1450 deles subterrâneos. O hospital terá «26 salas de operações, cerca de 113 gabinetes de consulta externa, mais 19 de reserva, 26 postos para quimioterapia, e terá uma inovação em matéria da radioterapia, com três aceleradores lineares num bunker, que poderá alojar ainda um quarto acelerador linear», disse o secretário de Estado.

EMPRESA DO RAMO AUTOMÓVEL INVESTE 25M€ NA CONSTRUÇÃO DE FÁBRICA EM VIANA DO CASTELO

A Câmara Municipal de Viana do Castelo assinou esta quinta-feira a escritura para a instalação da SERRATEC, um novo investimento no sector automóvel, que irá permitir a criação de 50 postos de trabalho, num investimento de vinte e cinco milhões de euros e que ocupará uma área industrial de 10 mil metros quadrados na Zona Industrial do Neiva. Esta nova unidade industrial, altamente tecnológica, produzirá máquinas e componentes para a indústria automóvel e ficará instalada provisoriamente a partir de Setembro para iniciar a sua laboração, prevendo-se a conclusão das instalações definitivas em Setembro de 2018. Viana do Castelo tem, neste momento em curso, sete novos investimentos para a instalação de novas unidades industriais, que vão iniciar a sua laboração a partir da Primavera de 2018, nos sectores do calçado, cosmética e componentes automóveis